quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Feliz Círio 2013


Eita que o coração bate forte,os olhos enchem de água... O olfato é apurado pelos mais variados odores que exalam das cozinhas paraenses... É tempo de fé, de emoção, perdão. É tempo de amor... Amor ao próximo, amor a terra... É Natal, sim é Natal, o nosso Natal. 
Tem auto do círio, tem romaria fluvial, moto romaria... Tem Pavulagem, pois o profano também faz parte.
No domingo, teu grande dia Mãe Maria. protege e ilumina todos os que de alguma forma te buscam a fim de renovar a sua fé.
Feliz Círio!!!!


São os Votos dos Companheiros do Capítulo e Conselho Grão Pará aos seus companheiros e familiares.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Esclarecimentos sobre a relação entre Obediências Simbólicas e outros Corpos

Esclarecimentos sobre a relação entre Obediências Simbólicas e outros Corpos

g12_vasco_santos_sao_paulo_palmeiras_gremio_fluminense_flamengo_cruzeiro_atletico_mg_botafogo_corinthians_internacional_560_2Imagine que você é corintiano louco, e seu Grão-Mestre publica um ato declarando que sua Obediência só reconhece o Palmeiras. Ou que você é flamenguista doente, e seu Grão-Mestre determina que o time correto é o Vasco. Ou que é atleticano, e escuta em Loja a prancha da Obediência solicitando que os membros torçam pelo Cruzeiro. O que você faz? Creio que você diria ao Grão-Mestre o que ele deveria fazer com esse ato, o lugar certo dele guarda-lo, não é mesmo? E isso por um motivo simples: a Obediência Maçônica Simbólica, seja Grande Loja ou Grande Oriente, não é dona da sua vida.
Você, maçom, deve ser acima de tudo um homem livre. Você só deve satisfação à sua Obediência no tocante aos graus simbólicos, ou seja, de Aprendiz, Companheiro e Mestre. Uma Grande Loja ou Grande Oriente não tem autoridade alguma sobre qualquer assunto que não seja esse. Qualquer coisa que seja fora dos graus simbólicos está fora da alçada da Obediência. É assunto que não lhe diz respeito. Se sua Obediência quer emitir alguma opinião a respeito de algo que não seja Maçonaria Simbólica, tudo bem. Afinal de contas, opinião é que nem bunda, cada um tem a sua.
Apesar disso, no cenário maçônico brasileiro, volta e meia tem Obediência (leia-se: Grão-Mestre) querendo dar pitaco onde não deve. E se ficasse só no pitaco até que dava pra engolir, mas pitaco de cima para baixo acaba virando ato, tratado, decreto. Mas pior do que isso é a subserviência de muitos maçons, que já se acostumaram a consultar seus Grão-Mestres sobre assuntos que vão além dos Graus Simbólicos. Seja numa conversa sobre os Altos Graus do Rito Escocês, sobre os Shriners ou até mesmo sobre DeMolay, não é raro escutar um maçom perguntando a outro: “Mas o GOB reconhece?” ou  “A Grande Loja permite?” ou “Qual a determinação do Grão-Mestre a respeito? Como se a Obediência Simbólica regesse toda sua vida maçônica e paramaçônica.
Tomando por exemplo os Altos Graus do Rito Escocês Antigo e Aceito: quem ingressa onde? São os Mestres Maçons da Obediência que ingressam no Supremo Conselho ou são os membros do Supremo Conselho que iniciam como Aprendizes na Obediência? A ordem é clara! É uma via de mão única! É o Supremo Conselho que recebe membros da Obediência, e nunca o contrário! Em outras palavras, a Obediência é “indústria fornecedora” e o Supremo Conselho é “mercado consumidor”. E quem julga qual marca tem boa procedência ou não é o consumidor! Dessa forma, é o Supremo Conselho que define quem ele aceita ou não para ingressar em seus Corpos. Um processo unilateral.
Algo similar ocorre com os Shriners. No caso do Brasil, o “Almas Shriners” tem como regra definida que aceita os mestres maçons de Obediências reconhecidas pela Grande Loja do Distrito de Columbia. Esse é o critério de “boa procedência” determinado. Alguém viu os Shriners pedindo a benção ou alguma permissão para o GOB, para alguma Grande Loja ou Grande Oriente Independente? Não. E nem vai. O mestre maçom que possuir os requisitos e quiser ajudar as crianças enfermas, será muito bem vindo. Se você precisa pedir a benção de alguém pra isso, o problema é seu.
O mesmo se aplica aos Altos Corpos de outros Ritos, às outras Ordens Maçônicas restritas a mestres maçons, e mesmo às Ordens Paramaçônicas. Saiu da esfera dos graus simbólicos, da sua vida cuida e manda você. Se não avilta os bons costumes, ninguém tem nada com isso.
Talvez você esteja se perguntando: “E esses tratados que existem entre Altos Corpos e Obediências Simbólicas?”. Besteira inútil e desnecessária. Pense em um tratado em que, por exemplo, o Supremo ABC se compromete em aceitar membros apenas da Obediência XYZ e, em contrapartida, a Obediência XYZ se compromete a trabalhar apenas nos graus simbólicos e reconhecer nos Altos Graus daquele rito apenas o Supremo ABC. Nessa hipótese, o que o Supremo ABC ganha com esse tratado? Nada. A Obediência já é obrigada a trabalhar apenas nos graus simbólicos ou deixa de ser regular e perde reconhecimentos. E a Obediência não pode obrigar seus Mestres a ingressar nos Altos Graus, muito menos em um Supremo específico. Bom, e a Obediência XYZ, o que ganha com esse tratado? Nada também, além de alimentar o ego de um bairrismo provinciano barato e ultrapassado.
E quanto a regularidade e o reconhecimento? Taí uma questão importante e, por sinal, bem simples. A regularidade maçônica se dá por regras claras e se um Alto Corpo de um Rito ou uma Ordem é restrito a maçons regulares no simbolismo, é um indício de que essa instituição respeita os mesmos critérios de regularidade. Já o reconhecimento não é dado pela Obediência Simbólica e sim pelos pares. Obediência Simbólica reconhece Obediência Simbólica. Supremos Conselhos reconhecem Supremos Conselhos. Por exemplo, o Supremo Conselho do REAA no Brasil reconhecido pelos demais Supremos Conselhos do REAA regulares no mundo é o Supremo Conselho do Grau 33 do REAA da Maçonaria para a República Federativa do Brasil, com sede em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Isso independente se o GOB, a Grande Loja do RJ ou o Grande Oriente Independente A ou B goste ou não, reconheça ou não. Afinal, isso não é da conta deles.
E se você não gostou do que foi dito aqui, ou é um escravo cego ou está com o chicote na mão. Dois tipos que deveriam estar bem longe das fileiras maçônicas.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Sete novos Mestres Reais no Conselho Grão Pará 29

No último dia 17 de agosto o Conselho Grão Pará 29 de Maçons Crípticos  reuniu-se sob a batuta do Ilustre Mestre Antônio Lindemberg para adiantar ao sublime Grau de Mestre Real os MRAs Eduardo Boulhosa, Geraldo Pinto, Luis Sergio, Wellington ,Magno Duarte, Abel freitas e Benedito Pinheiro. Veja um dos registro abaixo:


domingo, 4 de agosto de 2013

Posse dos novos Conselhos do Capítulo Grão Pará 49 e Conselho Críptico Grão Pará 29

No sábado passado, dia 03 de agosto tomaram posse os novos Grande Conselhos do Capítulo Grão Pará 49 e Conselho Críptico Grão Pará 29, pelo capítulo assumiram os Excelentes Companheiros Kléber Henrique Alvares Filho, como Sumo Sacerdote, Odilson Nôvo Jr, como Rei e Alcebíades Torres Conceição como Escriba. Pelo Conselho Críptico assumiu como Ilustre Mestre o Excelente Companheiro Antônio Lindemberg, Kléber Alvares como ,Ilustre Mestre Adjunto, Jonatan Oliveira como Principal Condutor dos Trabalhos. Abaixo alguns registro do maravilhoso evento.









domingo, 21 de julho de 2013

domingo, 2 de junho de 2013

Grão Pará exalta nove novos Maçons do Real Arco

Neste sábado, 02 de Junho, o Capítulo Grão Pará 49 exaltou ao sublime Grau de Maçom do Real Arco os Companheiros: Hugo Luiz da Silva Leonardo,Geraldo Pinto Marques Tavares Neto,Eduardo Boulhosa Filho,Abel Freitas Rodrigues,Adalcindo Duarte, Eimir de Souza Pereira Júnior,Hélio Gustavo de Lima Leão, Welligton Duarte Ferreira e Benedito Rodrigues Pinheiro . Parabéns !!! , Veja foto do evento abaixo:

quinta-feira, 30 de maio de 2013

MAÇONARIA: TRATADO GOP E GL DISTRICT OF COLUMBIA

MAÇONARIA: TRATADO GOP E GL DISTRICT OF COLUMBIAImprimirE-mail
Escrito por João Guilherme   
Ter, 28 de Maio de 2013 17:00
Jerônimo, mano:
Eu e o Paulo Roberto Curi, Oficial Executivo do Rito de York para o Brasil, estivemos no Grande Oriente Paulista neste fim de semana e tivemos uma grande alegria. Para quem ama história, como eu, imagine o que significa a honra de testemunhar dois eventos de extrema importância, que passo ao JB News como um furo de reportagem, se bem que você já deve ter recebido a informação.
O primeiro deles foi a assinatura do Tratado de Reconhecimento entre a Grande Loja de Washington, D. C., e o Grande Oriente Paulista. Passo a passo, os Grandes Orientes Independentes galgam o reconhecimento que merecem. Começou com o ingresso de quatro deles na Confederación de la Masonería Interamericana - CMI, graças ao esforço dos GrãoMestres gaúchos das três Potências regulares, sob quem a Maçonaria Unida do Rio Grande do Sul trabalhou com força e vigor: Rui Silvio Stragliotto, da GLMRGS; Juracy Vilela, do GORGS; e Mário Juarez Tavares, do GOB-RS. O Rui era o Vice-Presidente da V Zona da CMI e teve a aquiescência do Grão-Mestre Geral do GOB, Laelso Rodrigues, mesmo enfrentando a oposição de gente de mentalidade paroquial e rasteira que o cercava.
O Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco do Brasil, primeiro Corpo Maçônico brasileiro a aceitar, estatutariamente, Irmãos das três Potências regulares, Grande Oriente do Brasil, Grandes Lojas (CMSB) e Grandes Orientes Independentes (COMAB), conhece muito de perto as atitudes mesquinhas de gente como essa, interessada em manter feudos, como se pudesse haver "reserva de mercado" maçônico...
Um Irmão extraordinário, o Grão-Mestre da Grande Loja de Washington, Irm. Teko A. Foly. Um imigrante do Togo que ascendeu, por méritos pessoais indiscutíveis, não apenas à cadeira de Primeiro Malhete da Grande Loja da capital americana, mas também um Maçom cuja estatura o coloca como um dos responsáveis pelo Comitê de Reconhecimento das Grandes Lojas americanas. Em cerimônia curta, singela e muito tocante, ele e o Irmão Jurandir Alves de Vasconcelos, Grão-Mestre do Grande Oriente Paulista, asinaram em conjunto e trocaram diplomas de reconhecimento sábado passado, 25 de maio de 2013. Foi uma honra, uma emoção indescritível ver o resultado do trabalho paciente, altruísta e competente da equipe do GM Jurandir. Cito quatro: Paulo de Tarso Carletti, Renato Parkesian, David Whittemore e Darrovere Bragarolli, em nome dos quais homenageio a equipe de Oficiais do Grande Oriente Paulista.
O segundo evento foi a criação de um Templo dos Shriners, a maior entidade paramaçônica do mundo, com todo apoio do Grande Oriente Paulista. Foi emocionante assistir um breve histórico da Ancient Arabic Order of the Nobles of the Mystic Shrine, que dedica dois milhões e meio de dólares por dia (é, isto mesmo, US $ 2.500.000 por dia!) para dar atendimento médico gratuito a crianças do mundo inteiro. Desde sua fundação, em 1870, eles já atenderam mais de 650.000 crianças com problemas de má formação, problemas ortopédicos e queimaduras, em 22 hospitais especializados nos Estados Unidos, Canadá e México (aqui graças à ajuda do Irm. Mário Moreno, que conhecemos como Cantinflas). Isto é o que lembro do que foi dito. O Potentado do Almas Shriners, Irm. Alan L. Gordon,também de Washington, falou-me apaixonadamente do trabalho deles, praticamente um compromisso de vida. Ele apresentou a mim e ao Curi um outro Irmão, cujo nome não me recordo agora, que é um recordista: já fez 410 viagens levando crianças – com um acompanhante – de diversos países aos hospitais dos Shriners, cuidando da papelada, o que não deve ser fácil, incluindo uma menina do Espírito Santo, a primeira brasileirinha a ser atendida por eles.
Mano, poucas vezes fiquei tão emocionado. Dizia um amigo meu que "quando homens de bem se juntam por uma boa causa, até a Natureza conspira a favor". Para aqueles que se dizem "decepcionados com a Maçonaria" e não fazem nada a respeito a não ser gastar saliva, sugiro que repensem sua atitude e procurem fazer a diferença. O GOP, os Shriners e a Grand Lodge A. A. A. M, of the District of Columbia seguramente estão fazendo.
Um grande abraço,
JG.
Renato Parsekian Martins, GS de Relações Exteriores do Grande Oriente Paulista; Don Holliday, Sr., Grande Hospitaleiro (Grand Almoner) da Grande Loja do Distrito de Columbia, Washington D.C.; Teko A. Foly, GrãoMestre da Grande Loja do Distrito de Columbia, Washington D.C.; Paulo Roberto Cury, Oficial Executivo do Rito de York no Brasil; Allan L. Gordon, Grande Mestre de Cerimônias (Grand Marshall) da Grande Loja do Distrito de Columbia, Washington D.C.; e João Guilherme C. Ribeiro, Delegado Grande Sumo Sacerdote Geral Internacional para a América Latina do General Grand Chapter of Royal Arch Masons International.
Renato Parsekian Martin e Teko A. Foly, ainda paramentados, após a cerimônia de assinatura do tratado entre a Grande Loja do Distr ito de Columbia e o Grande Oriente Paulista.
Renato Parsekian Martins e Don Holliday, Sr. exibem orgulhosamente o tratado que sela a amizade entre as duas Potências.

Por Hélio Leite